
A P&G alcança 28,9% de participação na subcategoria de absorventes externos, que movimenta R$ 1,2 bi segundo a Nielsen, e passa à frente de J&J e Kimberly-Clark.
Não é raro hoje no Brasil que empresas e setores batam a marca dos R$ 1 bilhão em receita. É cada vez mais comum ver a cifra estampada em resultados dos mais variados projetos, seja em mineração e indústria de base a redes médias de varejo ou empresas de tecnologia.
Até mesmo segmentos específicos e pouco notados pela maioria, como o de absorventes femininos - e onde a disputa é acirrada entre gigantes como a P&G, Johnson&Johnson e Kimberly Clark - alcançaram o patamar. No Brasil, a venda desses itens renderam R$ 1,5 bilhão em 2011.
Esse é um nicho de negócios que tem ganho atenção reforçada dos executivos da P&G no país, que comemoram a recente chegada de suas duas marcas - Always e Naturella - à liderança do segmento.
A última leitura Nielsen, referente aos meses de março e abril de 2012, mostra que a companhia obteve participação de 28,9% em valor no nicho de absorventes externos - a subcategoria mais vendida e que, sozinha, rendeu R$ 1,2 bilhão às indústrias em 2011.
As vendas dos protetores internos e dos protetores diários contribuíram para que o total da categoria alcançasse a receita de R$ 1,5 bilhão.
O ganho de espaço resulta de uma soma de fatores, explica Danielle Panissa, diretora de marketing da P&G no Brasil. Um deles foi a estreia da marca Naturella no país há cerca de dois anos - o produto era comercializado em outros países.
A Always está no país já há cerca de uma década. Outro passo importante tem sido o investimento constante em comunicação e marketing, sobretudo focado no público adolescente - época em que a mulher opta pela marca preferida e costuma carregar a escolha por anos a fio.
Fonte: Brasil Econômico