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Shopping Centers

11 Mai 2012

Funcionamento do varejo brasileiro

Vivemos numa época de grandes investimentos  estrangeiros no Brasil e, devido ao seu explosivo crescimento e rapidez de retorno financeiro, o comércio eletrônico tem sido o alvo predileto dos fundos privados. Porém, é difícil para um investidor estrangeiro entender o funcionamento e requisitos operacionais do e-commerce brasileiro, principalmente quanto aos custos e às despesas.

 

Um dos pontos ainda a se entender é a tributação no Brasil, reconhecidamente complexa tendo como fato gerador a movimentação da mercadoria. Quanto à logística interna, percebemos que há poucos operadores especializados em comércio eletrônico a ponto dos couriers serem "forçados" a armazenar, separar e expedir as mercadorias de pequenas lojas. 

 

Por razões do mercado de serviços, as grandes lojas verticalizam suas operações - poucas delas fazem uso da mão de obra de terceiros, pois não abrem mão do gerenciamento. Já as pequenas lojas, em geral, operam seus estoques, sendo que a esmagadora maioria delas não sintoniza o estoque físico disponível com o estoque da loja. Só as lojas puramente virtuais médias têm procurado operadores logísticos. Outro ponto importante é a logística externa. 

 

Todos sabem que não há fronteiras territoriais no e-commerce. Se a isso acrescentarmos a necessidade de rastreamento (controle de cada trecho do trajeto e possíveis irregularidades), e as condições das estradas ou aeroportos, dá para ter ideia dos altos custos logísticos brasileiros. 

 

Se os próprios empresários brasileiros desconheceram por anos as restrições do mercado em que têm operado, imagine o que se espera de um investidor estrangeiro simplesmente transpondo seus casos de sucesso para o Brasil. 

 

 

Fonte: DCI

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