

por Cyro Dualib
por Daniel Maganha
por Guilherme Baldacci

Muitas transformações ocorreram na área de treinamento das empresas nas últimas décadas. Mudanças em nomenclatura do setor, atuação estratégica e maior aproximação em relação à realidade dos profissionais têm sido uma constante da área que, em muitas vezes, foi fisgada dos Recursos Humanos e encaixada em áreas mais “nobres”, como Marketing, Planejamento ou mesmo Operações. Ainda assim, a área de treinamento estende com orgulho o seu papel quase humanitário de “desenvolvimento de gente”, carregando consigo grandes desafios, como a “formação” e até mesmo a “educação” das pessoas dentro das empresas. Mas o que exatamente isso significa?

“Vendedor, eu vi esse CD mais barato ali na loja do fim do corredor, no seu concorrente! É o mesmo CD... as mesmas músicas... e lá eu pago menos!”, diz um cliente após vários minutos de exploração pela loja.
Quem trabalhou no “antigo varejo” já viu esse tipo de cena acontecer com frequência. O pior é que muitas vezes o pseudo-vendedor respondia: “Se lá está mais barato, compre lá! Não posso fazer nada”. Além de perder a oportunidade de vender, passava o resto do dia reclamando pela loja sobre os altos preços com que o patrão marcava os produtos vendidos ali.

O mundo corporativo enfrenta um ritmo cada vez mais intenso de mudanças – isso já não é novidade para ninguém e, todos nós, de uma forma ou de outra, já fomos protagonistas ou coadjuvantes deste momento.
Como estar preparado para não ser “atropelado” por esse ritmo frenético é que fará a diferença para o profissional do futuro (ou seria do presente?)...

Quando se fala de treinamentos presenciais nas empresas, uma das preocupações práticas mais importantes, além dos conteúdos a serem discutidos, são as atividades e os exercícios a serem executados. Isso porque eles podem auxiliar na incorporação de informações e são as melhores alternativas para prática de conceitos diretamente relacionados aos conteúdos explorados em sala.

O chefe chega ao escritório em plena segunda-feira e vê aquele funcionário insatisfeito e mais uma vez descontente com a sua situação profissional. Em um passo de mágica, PIMBA! - uma promoção, um aumento, um tapinha nas costas é o suficiente garantir mais um dia, uma semana, mais um mês de alta produtividade...